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3 dicas de finanças que você deve evitar

Você está com algum problema financeiro e pede ajuda para alguém que supostamente entende um pouco mais do assunto que você. Assim, você acredita estar buscando o melhor a se fazer e que só assim você poderá encontrar uma solução para sair do vermelho.

Geralmente, são dicas comuns que você sempre vê outras pessoas praticando e que até pode dar meio certo. Será que essas dicas de finanças para te ajudar são realmente boas e se aplicam para todos os casos? Quais as dicas mais comuns e as piores?

Dicas de finanças para evitar

Pegar empréstimo para comprar um carro

É melhor você pensar duas vezes antes de fazer uma coisa dessas com suas finanças! Ter um carro sempre traz muitos gastos – que, na grande maioria das vezes, não levamos em conta na hora de comprar. O ideal é comprar um carro apenas se você estiver com as finanças em dia e tudo organizado para usar os recursos nessa compra.

Se não o valor total, que pelo menos tenha uma parte para dar entrada e parcelar o restante em até 12 – idealmente – ou 24 vezes. Essa estratégia pode aliviar bastante o seu bolso. Porém, caso você precise muito de um carro para a sua sobrevivência e não tenha o dinheiro, talvez pegar um empréstimo para fazer a compra pode ser uma boa saída. Mas não faça isso antes de pensar bem e consultar um verdadeiro especialista.

Comprar uma casa para alugar depois

Seus pais ou avós podem não ser especialistas em economia e finanças, mas sempre garantiram que uma das melhores formas de ter estabilidade financeira é se tornar proprietário de uma casa, apartamento ou qualquer outro tipo de imóvel. Eles poderiam até estar certos – afinal, no passado isso funcionava bem.

No entanto, em muitos casos é melhor você guardar suas finanças para aplicar em outras coisas. Com o mercado imobiliário aquecido, novas oportunidades de imóveis baratos e menores surgindo, apostar suas finanças em um imóvel pode trazer problemas. Sem mencionar os gastos que vêm junto com um imóvel e que ficam sob inteira responsabilidade do proprietário, como IPTU, manutenção e contas em geral.

Mesmo assim, caso você ainda queira comprar um imóvel para alugar para terceiros depois, uma boa ideia é montar repúblicas para estudantes em casas que ficam perto de universidades ou estações de metrô. Isso pode gerar um bom retorno para suas finanças e de quebra ainda ajudar estudantes que moram longe da universidade.

Parcelar suas compras ao máximo

Um dos maiores perigos para suas finanças é o excesso de parcelamento em suas compras. No começo, tudo pode parecer um mar de rosas – você finalmente compra um aparelho de TV moderno, um celular novo, uma boa geladeira ou fez aquela compra exagerada no supermercado.

Mas com o tempo, você vai ver o seu salário na sua conta e mal vai sobrar dinheiro para você dar uma saída de casa no final de semana, de tantas dívidas que você acumulou com os parcelamentos. Suas finanças não podem ser abaladas dessa forma!

Portanto, mesmo que você seja jovem e não tenha tantas preocupações em relação às finanças, não se precipite em suas compras para não se endividar depois. Ser um pouco “mão de vaca”, às vezes, pode não ser tão ruim assim. O ideal é que você sempre consulte um especialista de verdade no assunto.

 

DICAS EXTRAS:

  • Finanças são suas aliadas: controlar as finanças é um exercício diário que deve ser praticado com calma e sabedoria. O primeiro passo é analisar se os seus gastos são mesmo necessários ou se você está comprando coisas que simplesmente não precisa ou não tem como usar. Se a resposta for a última, risque esses itens da sua lista de gastos e economize cada dia mais;
  • Não faça dívidas novas antes de quitar as antigas: você provavelmente já ouviu falar que as dívidas acumuladas são uma bola de neve e que para se perder em seus pagamentos não é muito difícil. Quando parcelamos algumas compras, contamos com o dinheiro que teremos no próximo mês, como o nosso salário, por exemplo. O problema é que ao acumular muitas contas, você acaba deixando de lado o fato de que algum imprevisto pode acontecer e, quando ele acontece, é preciso “redirecionar” um valor que já estava programado para uma outra conta, gerando juros, um saldo devedor maior para o próximo mês e uma dívida descontrolada com o passar do tempo.

Por isso, o ideal é que você saiba exatamente o quanto gasta, o quanto ganha e que se lembre que uma porcentagem desse valor deve ser investido ou guardado para emergências. Além disso, lembre-se que na hora de controlar as suas finanças, é preciso cautela e parcimônia.

Afinal, o impulso deve ser deixado de lado para não comprometer os seus planos futuros. Antes de realizar uma compra, analise com cuidado a necessidade daquele item e descubra se ele realmente fará diferença para você. Depois disso, se pergunte se é possível esperar mais um pouco ou guardar uma quantia maior para diminuir os valores das parcelas.

Texto escrito por: PRAVALER
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