Competitividade no trabalho – um mito que precisa ser desconstruído Competitividade no trabalho – um mito que precisa ser desconstruído

Competitividade no trabalho – um mito que precisa ser desconstruído

Já existiu uma época em que a competitividade entre colaboradores era incentivada. Nessa época, as equipes eram muito verticalizadas e os líderes não existiam, os chefes é que comandavam tudo. Open space era um termo que não significava muita coisa e uma pessoa com mais de 30 anos que decidisse mudar de carreira, seria considerada uma doida. Para a nossa alegria: esse tempo já passou!

Apesar de ter passado, ainda é contada, em algumas empresas, a lenda de que a competitividade entre colegas de trabalho representa uma oportunidade, já que esses profissionais teoricamente se esforçariam mais para se destacar e “vencer” a competição. Nós discordamos totalmente desse conto do vigário e este conteúdo foi criado exatamente para desconstruí-lo. Vem juntinho com a gente e aproveite!

Peraí! Antes vamos falar sobre cultura organizacional

Antes de apontarmos as consequências negativas de se incentivar a competitividade entre pessoas que trabalham juntas, achamos que é bastante importante passar pelo conceito de cultura organizacional. Afinal de contas, ela é a maior prejudicada em um ambiente competitivo.

A cultura organizacional pode ser resumida como um conjunto de valores, princípios e regras que vão determinar como as pessoas interagem dentro da empresa, com clientes e com fornecedores. O que é considerado ético e o que não será admitido, tudo isso é cultura organizacional.

Como a gente gosta de trabalhar de um jeito mais lúdico, tentaremos usar exemplos que te ajudarão a entender mais esse termo. Consegue pensar em uma empresa que aparenta ser muito descontraída? Daquelas que exibem ambientes coloridos e funcionários que vão trabalhar do jeito que se sentem mais confortáveis. Agora, pense em uma empresa bastante formal, onde todo mundo usa roupa social e as pessoas aparentam ser sérias.

Você acabou de pensar em duas culturas organizacionais diferentes. Além da parte estética, representada pelos ambientes e pela maneira como as pessoas se vestem, existe também a parte comportamental, que vai orientar e determinar os relacionamentos interpessoais que acontecem ali. É justamente essa parte comportamental da cultura organizacional que sai prejudicada quando a competitividade entre colegas é vista como algo bom…

Caso você tenha ficado interessado no termo Cultura Organizacional, dê uma olhadinha nesse vídeo e aprenda mais sobre o assunto.

 

Por que a competitividade no trabalho prejudica a Cultura Organizacional, PRAVALER? 

A competitividade entre colaboradores tem como uma das principais consequências o individualismo. Quando alguém entende que precisa vencer quem trabalha logo ali ao lado, as suas demandas passam a ser a sua única preocupação e isso, muitas vezes, faz com que o trabalho em equipe vire uma bela conversa fiada…

E vamos combinar, o trabalho em equipe na maior parte das empresas contemporâneas, é o pilar central da cultura organizacional. Mais do que isso, a visão sistêmica, que significa a capacidade de enxergar o seu trabalho, encaixado no da equipe e o da equipe encaixado no da empresa, perde totalmente o sentido. Porque dar atenção para o coletivo, se o que importa é o caminho que cada indivíduo constrói para “vencer”?

Em casos mais extremos, a competitividade torna-se tão acirrada que sabotagens e fofocas podem se tornar parte da rotina da empresa e, consequentemente, parte da sua cultura.

 

Competitividade no trabalho em tempos de squads? 

Caso você ainda não esteja familiarizado com o termo squad, aqui vai uma rápida explicação: o termo inglês faz referência a um “esquadrão”. Ele se refere a um jeito cada vez mais popular de organizar equipes. Essas equipes são multidisciplinares, independentes e, normalmente, focadas em um único produto ou solução. O Spotify é uma das startups que popularizaram esse jeito de construir times.

Entre as principais vantagens dos squads estão o dinamismo e a falta de burocracia. Ao colocar membros de diferentes áreas, em uma mesma equipe, é possível tocar um projeto inteiro de maneira rápida, o que representa clareza de prazos e economia de recursos, no final das contas. Como os adeptos dessa forma de gestão estão brilhando muito no mercado, ele vem migrando para empresas tradicionais e já consolidadas. É o famoso “jeito startup de trabalhar”.

Deu para notar como o trabalho em equipe é uma parte fundamental dos squads? Sem colaboração entre os membros desses times, é impossível que tudo funcione da maneira como deve funcionar. Logo, em empresas contemporâneas que adotam ou querem adotar esse tipo de formato, não existe lugar para a tal “competitividade saudável” entre seus profissionais.  É como tentar misturar água com óleo…

 

Andar junto é o melhor jeito! 

Acreditamos verdadeiramente que o ambiente de trabalho deve contribuir para o relacionamento produtivo entre as pessoas que nele trabalham, deve ser colaborativo. Nada dessa história de cada um por si. No Pravaler, quem trabalha ao seu lado será seu parceiro e isso não acontece simplesmente porque somos uma empresa “boazinha”, mas porque entendemos que juntos nós caminhamos mais rápido e melhor.

Quando uma equipe foca no resultado do coletivo e não no de um membro específico, a empresa ganha, afinal de contas, o principal objetivo é crescer e, quando esse objetivo é atingido, todos os membros ganham. Por isso nós afirmamos com certeza: andar junto é o melhor jeito!

Quero receber notícias do PRAVALER

Preencha o campo abaixo com seu e-mail e fique sabendo tudo sobre o PRAVALER em primeira mão.