Finanças para não financeiros

Quando falamos em finanças, normalmente uma palavra é constantemente repetida em blogs, conversas e dicas de especialistas: “planejamento”. Apesar de parecer um bicho de sete cabeças, ele nada mais é do que a ação de organizar tudo o que é gasto e toda a receita que temos, para conseguirmos assim ter uma estabilidade financeira e alcançarmos todos os nossos objetivos.
Finanças para não financeiros: a primeira coisa que você deve ter em mente é que suas finanças não devem controlar você. Ou seja, com a situação sob domínio, é possível que você realize tudo o que sempre sonhou, mas que até hoje não teve a possibilidade de tirar do papel.
Finanças são suas aliadas
Pense bem: as contas são operações matemáticas lógicas, com resultados únicos e que não dependem de nenhum fator externo para serem corretas ou erradas. Por isso, não culpe suas finanças quando, no final do mês, você perceber que está novamente no vermelho.
Controlar as finanças é um exercício diário que deve ser praticado com calma e sabedoria. O primeiro passo é analisar se os seus gastos são mesmo necessários ou se você está comprando coisas que simplesmente não precisa ou não tem como usar. Se a resposta for a última, risque esses itens da sua lista de gastos e economize cada dia mais.
Não faça dívidas novas antes de quitar as antigas
Outro passo importante na hora de controlar as finanças é não adquirir novas dívidas. Você provavelmente já ouviu falar que as dívidas acumuladas são uma bola de neve e que para se perder em seus pagamentos não é muito difícil. Isso acontece por um motivo simples.
Normalmente, quando parcelamos algumas compras, contamos com o dinheiro que teremos no próximo mês, como o nosso salário, por exemplo. O problema é que ao acumular muitas contas, você acaba deixando de lado o fato de que algum imprevisto pode acontecer e, quando ele acontece, é preciso “redirecionar” um valor que já estava programado para uma outra conta, gerando juros, um saldo devedor maior para o próximo mês e uma dívida descontrolada com o passar do tempo.
Por isso, o ideal é que você saiba exatamente o quanto gasta, o quanto ganha e que se lembre que uma porcentagem desse valor deve ser investido ou guardado para emergências. Além disso, lembre-se que na hora de controlar as suas finanças, é preciso cautela e parcimônia. Afinal, o impulso deve ser deixado de lado para não comprometer os seus planos futuros. Antes de realizar uma compra, analise com cuidado a necessidade daquele item e descubra se ele realmente fará diferença para você. Depois disso, se pergunte se é possível esperar mais um pouco ou guardar uma quantia maior para diminuir os valores das parcelas.

Categoria: Economia