Inteligência emocional: você tem?

A forma como você reage a tudo que está ao seu redor e lida com os seus relacionamentos – sejam eles pessoais ou profissionais – é determinante para que você construa laços fortes. Saber conduzir esses relacionamentos é o que chamamos de ter inteligência emocional e nada mais é do que ter o controle sobre as nossas emoções.
Ter dificuldade em controlar impulsos, estado de humor oscilado e dificuldade em criar empatia são alguns dos sintomas de quem tem um lado emocional pouco desenvolvido e que precisa de uma atenção maior.
Se você acha difícil identificar essas dificuldades, não está sozinho. De acordo com um estudo feito por mais de uma década pelos autores do livro “Emotional Intelligence 2.0”, Travis Bradberry e Jean Greaves, apenas 38% das pessoas consegue perceber as suas próprias emoções.
Habilidades desenvolvidas com a inteligência emocional
Reduzir o stress e lidar positivamente com as situações;
Reconhecer e gerir as próprias emoções;
Criar laços com terceiros baseados na comunicação não verbal;
Ser capaz de lidar com desafios sem perder o humor e o divertimento que eles proporcionam;
Resolver conflitos com confiança e buscando uma forma positiva.
Mas como fazer para desenvolver a inteligência emocional, tão importante no dia a dia de qualquer pessoa?
Faça exercícios de autopercepção
Apesar de parecer complicado identificar os motivos que justificam determinada atitude decorrente de uma lacuna da inteligência emocional, existem gatilhos que ajudam a torná-los mais claros. Primeiro de tudo, procure descobrir a origem do que lhe causa tensão, nervosismo ou ansiedade. Uma forma de fazer isso é ir a fundo nos seus valores e, a partir daí, analisar as situações que você enfrenta. Pedir feedbacks das pessoas mais próximas também ajuda a conhecer melhor as suas reações, mas para isso, é preciso estar aberto à críticas e aceitá-las como construtivas.
Trabalhe a sua empatia
A empatia deve ser uma prática diária e existem formas para desenvolver essa habilidade, que nada mais é do que ouvir, perceber e reconhecer como os outros se sentem para, a partir daí, tomar decisões mais assertivas. A dica aqui é se colocar no lugar do outro, dialogar e demonstrar interesse naquilo que está sendo exposto. Saber usar essas informações a seu favor ou a do relacionamento é um sinal de inteligência emocional.
Entenda os efeitos que você causa em quem está ao seu redor
Da mesma forma que é preciso colocar-se no lugar do outro, é de extrema importância reconhecer os efeitos que você causa em terceiros. Isso pode não parecer uma tarefa simples, já que analisar atitudes e padrões repetidos por nós mesmos é difícil e requer força de vontade.
Observe como são os seus relacionamentos com amigos, familiares e pessoas próximas; partir daí, trace metas próprias para proporcionar uma troca melhor e mais saudável com que está ao seu redor.
Assim como qualquer outra habilidade, a inteligência emocional precisa ser praticada diariamente para que os benefícios sejam conquistados. Quando você desenvolve essa característica, muda também a forma com que os outros lhe enxergam, mas, principalmente, o modo como você sente sobre si – e é aí que passamos a ter conquistas pessoais e profissionais.
E você, se considera inteligente emocionalmente? Ficou com alguma dúvida? Conte para a gente nos comentários!

Categoria: PrasaberProfissões

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