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PRAVALER foi matéria O Globo – 06/04/2015

‘Lição’ amarga do Fies ainda pesa sobre ações do setor educacional.

Empresas encolhem R$ 13,9 bi no trimestre com mudança no programa.

RIO – Queridinhas dos investidores, as empresas do setor de educação com ações em Bolsa passaram os últimos anos satisfeitas com o governo. Até que 2015 trouxe uma surpresa indigesta, com as regras para concessão do Financiamento Estudantil (Fies) ficando mais rígidas da noite para o dia. As ações despencaram um terço em três meses, na média. Embora analistas concordem que o pior já passou e que as companhias são atraentes no longo prazo, ainda pesa sobre o setor uma grande incerteza regulatória. E o que já dá para saber não é animador: o investidor terá que se contentar com uma expansão menor daqui para frente.

O motivo é que o Fies foi o principal responsável pela explosão do número de matrículas de 2010 para cá. Como resultado, as companhias ficaram muito dependentes do programa. Na maior universidade listada, a Kroton, 61,2% dos alunos da graduação presencial estão no Fies, segundo os analistas Guilherme Moura Brasil e Juliana Heimbeck, do banco Fator. Na Estácio, a segunda maior, a fatia é de 42,3%. O drama para as ações ficou muito claro no primeiro trimestre do ano. As quatro faculdades listadas em Bolsa perderam 33% em capitalização de mercado no período, ou R$ 13,9 bilhões.

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Texto escrito por: PRAVALER
Categoria: Na mídia
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