Cronograma SiSu 2021/1 é definido e publicado pelo MEC

Inscrições para processo seletivo do programa tem previsão de iniciar a partir do dia 6 de abril.

Cronograma SiSu 2021/1 é definido e publicado pelo MECCronograma SiSu 2021/1 é definido e publicado pelo MEC

Por PRASABER

Foi publicado nesta semana, no Diário Oficial da União, o edital com a nova programação do Sistema de Seleção Unificada (SiSU) para o primeiro semestre de 2021. As inscrições deverão começar a ser realizadas no dia 6 de abril até 9 de abril de 2021.

O programa, promovido pelo Ministério da Educação (MEC), é dedicado em facilitar o acesso de brasileiros estudantes a cursos de graduação em universidades públicas do país.

Para a seleção deste ano, o MEC determinou que os candidatos tenham participação comprovada na última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A classificação acontece por um sistema informatizado, a partir das notas obtidas pelos estudantes, ou seja, quanto maior for a nota conquistada no Enem 2020, maiores serão as chances de se beneficiar pelo SiSu.

Para participar, o interessado deverá preencher sua inscrição indicando sua nota no Enem 2020 e selecionar dois cursos de preferência. Vale destacar que o candidato poderá concorrer às vagas através da seleção convencional ou pelo sistema de cotas.

O primeiro semestre do SiSu acontecerá em duas chamadas. Os nomes que não forem chamados na primeira chamada deverão informar o interesse em permanecer na lista de espera e, caso alunos indicados na chamada regular não fizerem a matrícula, o candidato na lista de espera será chamado para matricular-se na primeira opção de curso indicado na inscrição.

Confira abaixo o cronograma inicial divulgado pelo MEC:

Inscrições: 6 a 9 de abril
Resultado da 1ª chamada: 13 de abril
Matrícula: 14 a 19 de abril
Lista de espera: 13 a 19 de abril

SiSu

O programa foi criado dentro de um contexto que visava a simplificação do acesso do estudante ao ensino superior público, reunindo dentro de um único exame os processos seletivos de diferentes instituições. Assim, o programa teria como facilitar a vida do estudante e ao mesmo tempo valorizar o Enem, pois é por meio dele que as classificações são feitas.

Antes do Sisu, cada universidade era responsável por fazer o seu próprio vestibular. Assim, era comum que o aluno tivesse que fazer diversas provas no mesmo ano para conseguir uma vaga. Pior ainda: existiam casos em que as datas de primeira e segunda fases coincidiam, obrigando o candidato a abrir mão de uma das opções.

Um estudante interessado em cursar Medicina, por exemplo, poderia ter que escolher entre a USP e a UFF, uma vez que as datas dos exames de segunda fase das instituições costumavam cair no mesmo dia. Com o Sisu, ainda que as faculdades tenham o direito de fazerem suas provas à parte, basta o aluno fazer uma única prova, a do Enem, para usar o resultado obtido para tentar uma vaga em qualquer das inúmeras instituições de ensino participantes do Sisu.

Quem pode fazer o Sisu?

São poucas as exigências em relação à participação no programa e elas estão atreladas a nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).

Oficialmente, qualquer pessoa que tenha feito a prova pode tentar a sua inscrição. Entretanto, só terá chances o candidato que tenha pontuado acima de zero na redação e que não se enquadre em qualquer dos termos que o qualifica como treineiro, ou seja, que esteja fazendo a prova apenas como preparação por não ter concluído o ensino médio.

Quais são os cursos mais concorridos

A cada ano ocorrem alterações em relação às notas de corte, entretanto, o Sisu costuma seguir certos padrões em relação às notas mínimas e às modalidades mais disputadas. Dessa forma, os cursos que costumam apresentar as maiores notas de corte de acordo com a edição de 2020 do Sisu são: Medicina, com 52,90 candidatos por vaga; Publicidade e Propaganda, com 32,32 candidatos por vaga; Nutrição, com 27,67 candidatos por vaga; Farmácia, com 26,97 candidatos por vaga; Ciência da Computação, com 25,14 candidatos por vaga; Direito, com 24,41 candidatos por vaga; e Relações Internacionais, com 23,94 candidatos por vaga.

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