Intercâmbio – saiba como fazer graduação no exterior

Tem interesse em estudar fora? Nessa matéria vamos explicar como funciona para estudar fora do país.

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Por PRASABER

Com a pandemia da Covid-19 foi necessário adaptar alguns setores, principalmente o da educação, um segmento que, principalmente no Brasil, sempre foi bastante tradicional. Desde a implantação das aulas on-line em plena pandemia até o início de um novo ano letivo com plataformas 100% digitais ou no modelo híbrido como visto em alguns países.

Talvez como decorrência deste cenário, até pela situação econômica do mundo, o que podemos observar na educação internacional é uma maior flexibilização das universidades no exterior na hora de avaliar estudantes estrangeiros, seja para uma graduação ou até mesmo pós-graduação e mestrados.

Muitos ficam só no sonho achando que o processo de seleção é bastante burocrático e concorrido. E, claro, conforme a universidade que você deseja estudar, pode ser mesmo que seja. Mas, definitivamente, não é algo impossível e sem dúvidas você terá oportunidades incríveis.

Se pensar que o orçamento do CAPS para pesquisas no Brasil, ano passado era algo em torno de R$ 90 milhões e que só a USF (University of South Florida) investiu algo em torno de US$ 563 milhões, já dá para perceber o imenso gap entre as instituições no Brasil e no exterior.

Mas, vamos ao que interessa! E como funciona esse processo de seleção/aplicação? Na maioria das universidades no exterior (principalmente nos EUA e UK), são quatro aspectos principais:

  1. GPA – Grade Point Average: ou seja, a sua média acadêmica durante os quatro anos do ensino médio (do 9º ao 3º ano do ensino médio) – essa pontuação, de uma forma geral é a principal “peneira” na seleção. E no nosso portfólio de universidades, existem universidades que exigem média 6 em 10 nas matérias acadêmicas;
  2. Exames SAT/ACT: são provas que os estudantes, nos Estados Unidos, podem fazer ao longo do ensino médio (um similar ao nosso Enem). Algumas universidades não exigem a nota desses testes;
  3. Atividades extra curriculares: esse item, muitas vezes é o ponto fraco para os brasileiros. São poucos os adolescentes brasileiros, talvez até mesmo pela forte exigência acadêmica dos colégios no Brasil, que possuem uma gama de atividades extra curriculares em seus CVs, tais como trabalhos voluntários, participação em projetos escolares, feiras de ciências. Escreveu um livro? Tem um talento musical, artístico, esportista? Todas essas atividades vão contar muito na hora da sua aplicação. Fez algum curso no exterior, intercâmbio? Tudo isso vai contar;
  4. Cartas de recomendação: de professores ou tutor acadêmico. Essas cartas também serão levadas em consideração.

E como se preparar para uma graduação no exterior?

O que esse processo nos mostra claramente é a grande diferença do sistema de aplicação para universidades no Brasil e em outros países e como é importante o estudante se preparar desde cedo. Isso não quer dizer que aos 14 anos já tenha que saber se quer fazer faculdade no exterior. A essa altura, o importante é se capacitar para lá na frente aplicar e, quem sabe, aí sim, ao ser aceito em uma ou mais universidades no exterior, ter que decidir se quer ir para fora ou não.

Por enquanto essa questão ainda não existe, mas já pensou que “problema” bacana ter que decidir se você quer fazer universidade no exterior ou no Brasil com todas as cartas de aceite em mãos?

E tem mais, algumas universidades estão tão dispostas a receber estrangeiros, principalmente brasileiros, que hoje já existem algumas que parcelam o custo anual para estudantes brasileiros (isso no passado era praticamente impossível), universidades que automaticamente garantem uma bolsa para estudantes de colégios católicos, e bolsas ainda mais especiais para estudantes de colégios jesuítas.

Além disso, você sabia que é possível realizar o sonho de estudar fora com o Pravaler? Veja o site e saiba tudo sobre essa oportunidade. Mete a cara e vai!

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