Qual a força das mulheres na programação? Qual a força das mulheres na programação?

Qual a força das mulheres na programação?

É fato que, ainda hoje, a presença de mulheres no mercado de trabalho enfrenta desigualdades, se comparada com à presença masculina. Salários desiguais, demissões decorrentes de gestações, menor acesso às posições de tomada de decisões, entre um monte de outras questões que todo mundo já tá careca de saber. Com mulheres na programação essa realidade não é diferente.

Durante o “Por um Planeta 50-50: Mulheres e meninas na ciência e tecnologia”, evento que rolou em 2018, realizado pela ONU Mulheres, foi revelado que apenas 17% dos profissionais que atuam como desenvolvedores são mulheres. Além disso, 46,1% delas estão no nível iniciante, enquanto apenas 25,9% dos homens sofrem com esse problema. No evento, foi afirmado que a evolução hierárquica destas profissionais acontece mais lentamente.

Apesar dessa realidade triste, as coisas estão mudando sim. Muitas e muitas mulheres vêm se destacando em suas áreas e cada vez mais empresas acordam para a necessidade de tornar os seus times mais diversos, não só em relação à diferença de gênero, mas também em relação às pessoas LGBTQI+, pessoas com deficiências, pessoas negras e pessoas de gerações mais velhas.

Inclusive, se você se interessa pelo tema da diversidade no ambiente de trabalho, vai adorar o relatório que a McKinsey divulgou. No material, a consultoria consegue provar numericamente que quanto mais diversas são as equipes, maiores são as chances de lucratividade. Contra números não existem argumentos…

Aqui no PRAVALER, o incentivo à diversidade é uma realidade. Nada daquela história de “fazer para inglês ver”, a gente faz porque é o correto e porque toda essa inclusão se reflete na qualidade dos nossos produtos, que são cada vez mais aceitos pelo público. Por isso decidimos escrever esse artigo e ter uma conversa com a Stephania Galvão do Nascimento, conhecida por todo mundo aqui como “a Ste”, uma desenvolvedora full-stack, que trabalha com ao nosso lado há 3 anos e resume tudo o que nós acreditamos: com oportunidades corretas e muita determinação, é possível sim contrariar os índices e traçar uma trajetória linda.

A nossa conversa aconteceu de um jeito delicioso e acreditamos que as coisas que a Ste nos contou servirão como exemplos para outras mulheres que fazem parte do universo da tecnologia ou sonham em fazer, porém, se sentem desanimadas por causa daquele monte de desigualdade que mencionamos agora a pouco. Fique com a gente e aproveite! Caso você seja amiga ou amigo de alguma mulher que se encaixa nesse perfil, mande o material para ela! Pode ser aquele empurrão que estava faltando.

Vem se inspirar com a gente

Graduada em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Juiz de Fora, Ste mudou-se para São Paulo para trabalhar, há alguns anos. Naquela época, o mercado de tecnologia mineiro não oferecia muitas perspectivas de crescimento e uma oportunidade na Capital Paulista fez seus olhos brilharem. A decisão não foi nada simples, nossa desenvolvedora teve que ponderar o alto custo de vida paulistano e ainda enfrentar o maior desafio de todos. Sua filha, que hoje é uma adolescente de 15 anos, ficaria aos cuidados dos seus pais, em Minas Gerais.

O que para muita gente seria um impedimento, para ela foi motivação. Mais do que poder custear a criação da filha, a ninja do mundo tecnológico queria ser um exemplo para ela. Um exemplo de mulher que coloca a cara no sol, enfrenta os mais diversos desafios e consegue se firmar e conquistar espaço em um ambiente onde “as” profissionais ainda são minoria. Ousada a nossa entrevistada, né?

Como qualquer grande mudança, a sua vinda para São Paulo não foi simples. O primeiro desafio foi encontrar a sua casa, depois disso teve a adaptação ao ritmo paulistano, que é muito diferente do mineiro. Por cima de tudo isso, ainda tinha a saudade da família e dos amigos. Ao mencionar isso tudo, Ste deixou claro que os amigos que ela fez nas empresas em que trabalhou foram elementos fundamentais para que ela conseguisse superar essas dificuldades iniciais.

Mais do que isso, a desenvolvedora acredita que não existe ninguém melhor para orientá-la em relação ao que precisa evoluir do que seus pares. Ou seja: ela usa e abusa do feedback , nosso velho conhecido. Quando falamos em evolução, nos referimos tanto a soft skills quanto às questões técnicas, tá?

Pedimos para que ela pensasse na sua rotina atual e dissesse o que a deixa mais feliz, a resposta veio em um instante e acompanhada de uma risada deliciosa: eu gosto das pessoas! O ambiente é tão agradável que raramente ela opta por fazer home office, um dos benefícios oferecidos pelo PRAVALER para os seus profissionais.

Aquele objetivo de ser um exemplo para a sua filha e um motivo de orgulho para os seus pais, foi atingido. Tanto que ela já viveu o prazer de escutar isso dessas pessoas pessoalmente. A nossa musa da TI é ambiciosa e quer voar alto, sua próxima meta e se tornar Tech Lead, o que combina super bem com a sua personalidade comunicativa e cativante. Com esses talentos e a experiência de que sabe que relacionamentos profissionais podem ser muito mais do que parcerias meramente financeiras, ela, com certeza, vai tirar de letra o desafio de ocupar uma posição de liderança. E aí, nossa desenvolvedora é incrível sim ou com certeza?

Mulheres na programação são inspiradoras!

A nossa escolha de conversar com a Ste, uma mulher possível e que viveu uma vida com momentos bons e momentos difíceis, igual a todo mundo, não foi por acaso. Queríamos mostrar para as mulheres que são de tech ou sonham em ser, que esse caminho é viável. Esses exemplos de mulheres que abriram portas precisam ser contatos para que a realidade do mercado possa continuar melhorando. Por isso dizemos sem medo algum: meninas, venham para o PRAVALER! Juntos a gente vira esse jogo!

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