Resultado do Enem 2019 – como usar a sua nota

resultado do Enem permite que você participe de várias seleções ao mesmo tempo. As instituições definem valores mínimos de notas em função da pontuação do Enem, mas isso não quer dizer que superando a nota mínima ele tem vaga garantida na universidade de sua preferência, pois ainda existe a concorrência. Neste caso, é preciso estar entre os mais bem posicionados de acordo com a quantidade de vagas disponíveis para somente então conseguir a aprovação.

nota do Enem serve para alinhar as exigências entre algumas das instituições de ensino mais importantes do país.

Quando sai a nota do Enem 2019?

Você pode conferir o resultado no portal do INEP a partir de hoje, onde encontra-se a página do Enem 2019, lá você também pode acessar o gabarito da prova que foi divulgado no dia 13 de novembro, assim como os cadernos de questões. Por meio deles, você tem acesso ao resultado oficial da prova do exame nacional do ensino médio, pode conferir seus erros e acertos e nesse mesmo espaço realizar sua inscrição para a universidade desejada.

Para os treineiros, é possível baixar os cadernos de questões e seguir estudando para as próximas edições. Fique atento as datas de divulgação, já que os resultados individuais para treineiros estão previstos para serem divulgados no mês de março.

Como calcular a nota do Enem?

A parte objetiva da prova do Enem funciona de acordo com o sistema TRI, sigla para Teoria de Resposta ao Item. É um sistema bastante preciso, mas que pode gerar dúvidas no momento de calcular o resultado final antes da divulgação.

Isso acontece por que o TRI adota como critério a dificuldade das questões apresentadas no ENEM e a conformidade dos acertos do aluno com o grau de exigência de cada questão. É mais ou menos como se o sistema definisse qual questão considera fácil, média e difícil e em função disso avaliasse o desempenho do aluno.

Assim, um aluno que acerta todas as questões de uma área estaria de acordo com o que se espera dele, ou seja, que acerte mesmo as questões tidas como mais difíceis. Agora, um aluno que erra boa parte das questões fáceis e médias e acerta algumas questões difíceis, não estaria em conformidade com o que se espera dele, o que faria com que ele tivesse uma média menor.

Além da parte objetiva da prova, que funciona de acordo com o TRI, é preciso realizar também a prova de redação. Neste caso, a redação é corrigida de forma diferente, ou seja, são dois examinadores que avaliam as provas e atribuem a elas uma nota. Esses examinadores atuam de maneira independente, sendo o resultado final a média das duas notas. Caso haja uma diferença significativa entre elas, então uma terceiro examinador faz a avaliação.

No fim, a prova de redação tem o mesmo peso que as áreas do conhecimento presentes na prova objetiva. Sendo a somatória dos resultados dessas provas mais o da redação a nota final do aluno.

Como usar a nota do Enem?

Feito o exame, você passa a ter direito de usar a sua nota em diferentes circunstâncias. A primeira delas é no vestibular. Existem instituições que permitem a substituição de seus exames pela nota do Enem. Elas atribuem um valor mínimo exigido e se o aluno estiver entre as maiores notas de acordo com a quantidade de vagas do curso, já pode fazer a sua matrícula.

Também é possível usar a nota do Enem para complementar a pontuação na prova da instituição. Neste caso, é importante conferir no edital da faculdade onde você pretende estudar, quais são as regras para o uso da nota do Enem, pois elas variam em função de fatores como o cálculo a ser realizado.

Outra opção é recorrer aos programas do governo, especialmente o Sisu e o ProUni. O Sisu seleciona estudantes para instituições públicas usando a nota do Enem, sendo possível ser este o único critério de seleção dessas instituições. Já o ProUni é um programa que oferta bolsas de estudos em faculdades privadas para os estudantes. Ele também usa as notas do Enem como parte do processo de seleção, considerando também a renda familiar do candidato.

É importante que você acompanhe as divulgações oficiais feitas pelas instituições de ensino onde pretende estudar e dos programas oficiais do governo. Isso porque, mesmo o Enem tendo simplificado a busca por vagas, ainda é possível que você se confunda e acabe perdendo as datas.

Faculdades que aceitam a pontuação do Enem

Como visto, o Enem facilitou muito a vida do estudante na fase de provas. Isso se deve à grande quantidade de instituições participantes do exame. Confira algumas delas na sequência.

Faculdades públicas

São muitas as faculdades públicas que usam a nota do Enem para selecionar alunos via Sisu. Entre as mais importantes delas estão a Unesp, a Unicamp e a UFSC.

Fique atento também às instituições públicas que contam com o vestibular próprio acontecendo paralelamente ao Enem. Isso permite a você aumentar suas chances de aprovação mesmo que não tenha ido bem na sua primeira tentativa.

Faculdades privadas

Já entre as privadas, a nota do Enem geralmente é utilizada para programas como o ProUni e o Fies.

No geral, as instituições divulgam preliminarmente as notas mínimas para acesso e quando as inscrições em programas como o Fies começam, os alunos passam a concorrer pelas vagas de acordo com suas notas. Também é possível ter acesso direto caso a instituição defina uma nota mínima e o candidato comprove que seu resultado no Enem está acima dessa exigência.

O Enem e o financiamento estudantil

Um dos principais atrativos do Enem é o aproveitamento da nota no Fies, o que eventualmente pode se tornar um problema quando o estudante perde a prova ou quando fica abaixo da nota de corte para a sua carreira.

Para esse tipo de problema, vale lembrar do PRAVALER, um programa privado de crédito universitário que permite acesso mesmo ao estudante que não fez o Enem ou que não teve um bom desempenho. O PRAVALER funciona de maneira bastante simplificada, podendo o aluno fazer sua simulação online no site do programa e começar o financiamento de maneira desburocratizada, a partir do próprio site oficial.

Na prática, o PRAVALER representa uma possibilidade a mais para quem tem interesse em começar a fazer sua graduação. E o que é melhor: diferentemente do FIES, ele contempla também os estudantes de cursos a distância.

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