Unir estudo e trabalho em uma experiência internacional é o sonho de muitos estudantes e jovens profissionais. O intercâmbio para trabalhar e estudar permite viver em outro país enquanto se adquire experiência acadêmica e profissional, o que o torna uma das modalidades mais completas de aprendizado. É a oportunidade de desenvolver o idioma, conhecer novas culturas e conquistar independência financeira, sem deixar de lado o foco nos estudos.
Esse tipo de programa tem ganhado destaque porque se conecta diretamente com o momento de formação de muitos jovens. Universitários que buscam se especializar, recém-formados em busca de experiência prática e pessoas que desejam uma vivência transformadora encontram no intercâmbio de trabalho e estudo uma forma acessível e significativa de crescer pessoal e profissionalmente.
Neste artigo você vai encontrar:
Como funciona o intercâmbio para trabalhar e estudar?
O intercâmbio de trabalho e estudo é voltado para quem deseja estudar em outro país e, ao mesmo tempo, ter uma fonte de renda que ajude a custear a estadia. Em geral, o estudante se matricula em um curso reconhecido, que pode ser de idioma, técnico, universitário ou de especialização, e recebe autorização para trabalhar legalmente por um número limitado de horas semanais.
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Para isso, as regras variam conforme o destino. Em países como Canadá, Irlanda e Austrália, estudantes internacionais podem trabalhar até 20 horas semanais durante o período de aulas e até 40 horas nas férias. Esse modelo favorece a adaptação, já que o estudante tem a chance de vivenciar o idioma em situações reais, lidar com a rotina local e adquirir experiência profissional em diferentes contextos.
O intercâmbio de estudo e trabalho também é uma forma de tornar o investimento mais acessível. Mesmo que o custo inicial envolva matrícula, hospedagem e passagens, a possibilidade de trabalhar durante a estadia reduz significativamente as despesas mensais e amplia as chances de permanecer por mais tempo no país.
Vantagens do Intercâmbio de trabalho e estudo
O intercâmbio de trabalho e estudo oferece benefícios que vão muito além da fluência no idioma. O primeiro é a oportunidade de conquistar independência financeira, já que o estudante pode ajudar a custear parte das despesas no país de destino.
Outra vantagem está na vivência multicultural. Trabalhar em outro país significa conviver com pessoas de diferentes nacionalidades, o que amplia a visão de mundo e ajuda a desenvolver habilidades de comunicação e empatia. Essa troca cultural estimula o aprendizado de forma prática e constante, dentro e fora da sala de aula.
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Do ponto de vista profissional, o intercâmbio de trabalho e estudo fortalece o currículo e demonstra proatividade, adaptabilidade e interesse em experiências internacionais. Para quem ainda está construindo a carreira, essa vivência pode ser um diferencial em processos seletivos.
Muitos estudantes também aproveitam o programa para experimentar novas áreas ou entender melhor o próprio perfil profissional. Um aluno de Administração, por exemplo, pode trabalhar em atendimento ao público e descobrir o interesse por gestão de pessoas ou negócios internacionais.

Quanto custa um Intercâmbio de trabalho e estudo?
Os preços de um intercâmbio de trabalho e estudo variam bastante conforme o país, a duração e o tipo de curso escolhido. Em média, programas de seis meses custam a partir de 30 mil reais, incluindo curso, acomodação e taxas iniciais.
Na Irlanda, por exemplo, o investimento inicial costuma ser menor do que em destinos como Austrália ou Canadá, que exigem comprovação financeira mais alta para o visto. Por outro lado, o retorno pode ser maior em países com maior oferta de empregos para estudantes internacionais.
O intercâmbio Canadá trabalho e estudo é um dos mais procurados, visto que o país oferece programas estruturados, com possibilidade de estágio remunerado em empresas. O Canadá também permite a extensão do visto após o curso, o que atrai quem deseja permanecer por mais tempo e ganhar experiência na área de formação.
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Ao planejar o intercâmbio, é importante considerar despesas com passagem aérea, alimentação, transporte e seguro saúde. Uma boa alternativa é buscar instituições que facilitem o pagamento ou ofereçam condições acessíveis. Para muitos estudantes, o financiamento estudantil é uma solução prática para viabilizar o sonho de estudar fora e equilibrar o orçamento durante a viagem.
Em quais países posso estudar e trabalhar?
Diversos destinos oferecem programas que combinam estudo e trabalho legalizado para estrangeiros. A escolha depende dos objetivos pessoais e profissionais de cada estudante, do idioma que se quer aprender e do estilo de vida desejado.
Irlanda
A Irlanda é um dos destinos preferidos dos brasileiros que buscam estudar e trabalhar. O país tem um visto flexível, custo de vida moderado e permite até 20 horas semanais de trabalho durante o curso. Dublin, Cork e Galway concentram a maior parte das escolas e oportunidades de emprego, principalmente em áreas como hotelaria, varejo e atendimento.
Austrália
A Austrália oferece uma combinação de ensino de alta qualidade e possibilidade de trabalho legal durante os estudos. O país é conhecido pela boa remuneração e pela receptividade com estudantes estrangeiros. Cidades como Sydney e Melbourne estão entre as mais procuradas por quem busca cursos técnicos, universitários e de idioma com autorização para trabalhar.
Canadá
O Canadá é referência em programas de intercâmbio que unem estudo e trabalho. Além de permitir até 20 horas semanais de trabalho durante o curso, muitos programas incluem o chamado “Co-op”, que oferece experiência prática em empresas. Vancouver e Toronto são cidades com alta qualidade de vida e boa oferta de oportunidades.
Nova Zelândia
A Nova Zelândia é conhecida por sua segurança e pela qualidade de ensino. O país permite que estudantes internacionais trabalhem até 20 horas por semana e em período integral nas férias. O equilíbrio entre estudo, trabalho e lazer torna o destino ideal para quem busca uma rotina mais tranquila e contato com a natureza.
Portugal
Portugal tem atraído cada vez mais estudantes brasileiros por conta do idioma e da facilidade de adaptação. As universidades portuguesas aceitam diplomas brasileiros e há boas opções de cursos técnicos e superiores. Estudantes estrangeiros com visto de estudo podem trabalhar legalmente, o que torna o país uma porta de entrada para quem deseja estudar na Europa.
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