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Exercícios de Vícios de Linguagem Exercícios de Vícios de Linguagem

Exercícios de Vícios de Linguagem

Faça os exercícios de vícios de linguagem para identificar e corrigir vícios de linguagem, como ambiguidades, redundâncias, repetições, erros gramaticais e uso inadequado de palavras, melhorando a qualidade da sua comunicação!

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Leia com atenção:


a. Na sala ao lado, alguns trabalhadores ficam à espera de clientes para serem contatados.

b. Afrânio querido, para que destino segues assim tão lesto, circunspecto e assaz atribulado?

c. Atualmente, Vicente está bem diferente, pois já não sente tantas dores de dente quanto antigamente.

d. A questão é que o gerente foi apanhado com a mão na botija, apropriando-se indevidamente de uma vultuosa quantia de dinheiro.

e. Dei um rolê na área, ganhei a mina, mas acabei dançando: a mina estava a fim de outra parada.


De cima para baixo, as frases são exemplos dos seguintes vícios de linguagem:

Correct! Wrong!

Conforme as afirmações abaixo,

  1. O pleonasmo consiste em intensificar o significado de um elemento do texto por meio
    da redundância, isto é, da repetição da ideia já expressa por esse elemento.
  2. A ambiguidade não pode ser considerada um vício de linguagem, já que não provoca
    qualquer tipo de dificuldade para a interpretação de um texto.
  3. O neologismo é um fenômeno linguístico que consiste na criação de novas palavras
    ou expressões e não pode ser considerado como um vício de linguagem, já que pode
    ser empregado com intenções artísticas.
  4. O arcaísmo consiste no emprego de palavras ou expressões cuja utilização seja menos
    frequente na modalidade escrita e na modalidade oral. É o oposto do neologismo, pois
    está na contramão do movimento criador de palavras.
  5. Solecismo é uma inadequação na estrutura sintática da frase com relação à gramática
    normativa do idioma. Podem subverter as normas da concordância, da regência e da
    colocação.

Quais estão corretas?

Correct! Wrong!

(URCA)
Sobre os vícios de linguagem, relacione a segunda coluna com a primeira:

  • A. barbarismo;
  • B. solecismo;
  • C. cacófato;
  • D. redundância;
  • E. ambiguidade.

( ) É admirável a fé de meu tio;
( ) Não teve dó: decapitou a cabeça do condenado;
( ) Faziam anos que não morriam pessoas;
( ) Coitado do burro do meu irmão! Morreu.
( ) Intervi na briga por que sou intimerato.

A sequência correta, é:

Correct! Wrong!

(Enem)
“eu gostava muito de passeá… saí com as minhas colegas… brincá na porta di casa di vôlei… andá de patins… bicicleta… quando eu levava um tombo ou outro… eu era a… a palhaça da turma… (risos)… eu acho que foi uma das fases mais… assim… gostosas da minha vida foi… essa fase de quinze… dos meus treze aos dezessete anos…” A.P.S., sexo feminino, 38 anos, nível de ensino fundamental.

Um aspecto da composição estrutural que caracteriza o relato pessoal de A.P.S. como
modalidade falada da língua é:

Correct! Wrong!

(Enem) No ano passado, o governo promoveu uma campanha a fim de reduzir os índices de violência. Noticiando o fato, um jornal publicou a seguinte manchete:


CAMPANHA CONTRA A VIOLÊNCIA DO GOVERNO DO ESTADO ENTRA EM NOVA FASE


A manchete tem um duplo sentido, e isso dificulta o entendimento. Considerando o objetivo da notícia, esse problema poderia ter sido evitado com a seguinte redação:

Correct! Wrong!

(UFOP) Qual o vício de linguagem que se observa na frase: “Eu não vi ele faz muito tempo”

Correct! Wrong!

(Enem) No terceiro verso abaixo, o vocábulo “corasamborim”, que é a junção coração + samba + tamborim, refere-se, ao mesmo tempo, a elementos que compõem uma escola de samba e à situação emocional em que se encontra o autor da mensagem, com o coração no ritmo da percussão. Essa palavra corresponde a um:

Carnavália

Repique tocou

O surdo escutou

E o meu corasamborim

Cuíca gemeu, será que era meu, quando ela passou por mim?

Correct! Wrong!

Identifique a alternativa em que ocorre um pleonasmo vicioso:

Correct! Wrong!

(Enem)Entrevista com Marcos Bagno


Pode parecer inacreditável, mas muitas das prescrições da pedagogia tradicional da língua
até hoje se baseiam nos usos que os escritores portugueses do século XIX faziam da língua. Se tantas pessoas condenam, por exemplo, o uso do verbo “ter” no lugar de “haver”, como em
“hoje tem feijoada”, é simplesmente porque os portugueses, em dado momento da história
de sua língua, deixaram de fazer esse uso existencial do verbo “ter”.


No entanto, temos registros escritos da época medieval em que aparecem centenas desses
usos. Se nós, brasileiros, assim como os falantes africanos de português, usamos até hoje o
verbo “ter” como existencial é porque recebemos esses usos dos nossos ex-colo nizadores. Não faz sentido imaginar que brasileiros, angolanos e moçambicanos decidiram se juntar para
“errar” na mesma coisa. E assim acontece com muitas outras coisas: regências verbais,
colocação pronominal, concordâncias nominais e verbais etc. Temos uma língua própria, mas
ainda somos obrigados a seguir uma gramática normativa de outra língua diferente. Às
vésperas de comemorarmos nosso bicentenário de independência, não faz sentido continuar
rejeitando o que é nosso para só aceitar o que vem de fora.


Não faz sentido rejeitar a língua de 190 milhões de brasileiros para só considerar certo o que
é usado por menos de dez milhões de portugueses. Só na cidade de São Paulo temos mais
falantes de português do que em toda a Europa!


Informativo Parábola Editorial. s/d.


Na entrevista, o autor defende o uso de formas linguísticas coloquiais e faz uso da norma
padrão em toda a extensão do texto. Isso pode ser explicado pelo fato de que ele:

Correct! Wrong!

Todas as sentenças a seguir apresentam duplo sentido, exceto:

Correct! Wrong!

Exercícios - Vícios De Linguagem
Continue treinando!


Continue estudando para acertar todas as questões e faça os exercícios quantas vezes forem necessárias!



Para te ajudar a estudar sobre divisão silábica, dá uma olhada no artigo onde explicamos tudo sobre esse tema: classificação dos vícios de linguagem

Parabéns, você foi um dos melhores!


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Esse é um tema que pode ser cobrado em Enem, vestibulares e concursos públicos, então é um tema super relevantes pra você ter na ponta da língua. Para te ajudar na revisão do conteúdo, preparamos esse artigo onde explicamos tudo sobre esse tema: classificação dos vícios de linguagem.

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Os vícios de linguagem são o calcanhar de Aquiles de muitos falantes e escritores, frequentemente surgindo de forma imperceptível em nossa comunicação cotidiana. Esses desvios das normas gramaticais podem prejudicar a clareza e a eficácia da mensagem que desejamos transmitir. Neste texto, vamos mostrar o que são considerados vícios de linguagem, sua variedade e os impactos que podem causar em nossa comunicação, destacando a importância de reconhecer e evitar para uma expressão mais precisa.

O que são considerados vícios de linguagem?

Os vícios de linguagem são desvios das normas gramaticais e linguísticas que ocorrem na fala ou na escrita. Eles são considerados erros linguísticos e podem prejudicar a clareza e a compreensão da comunicação. Alguns exemplos comuns de vícios de linguagem incluem:

  • Cacofonia: É a repetição de sons semelhantes que produzem um efeito desagradável, como “já-á-á.”
  • Anacronia: Refere-se ao uso de palavras ou expressões em um contexto temporal inadequado, como usar termos modernos em uma narrativa histórica.
  • Ambiguidade: Quando uma frase ou expressão pode ter mais de um significado, tornando a mensagem confusa.
  • Eco: Repetição desnecessária de palavras ou frases em um texto.
  • Barbarismo: Uso de palavras ou formas gramaticais que não fazem parte da norma culta da língua.
  • Solecismo: Erros de concordância, regência ou colocação que afetam a estrutura da frase.
  • Clichê: Uso excessivo de expressões ou frases feitas que tornam o discurso previsível e sem originalidade.
  • Pleonasmo: Repetição desnecessária de palavras que não acrescentam informações ao contexto, como “subir para cima.”
  • Arcaísmo: Uso de palavras ou construções linguísticas obsoletas que não são mais comuns na língua atual.
  • Neologismo: Introdução de palavras novas ou inventadas, que não são reconhecidas pela língua padrão.
  • Estrangeirismo: Uso excessivo de palavras ou expressões estrangeiras sem necessidade.
  • Hiato: Separação de uma vogal que deveria estar junto com outra em uma mesma sílaba.
  • Monotonia: Falta de variedade no discurso, tornando-o enfadonho.
  • Vício de regência: Erros na regência verbal ou nominal, afetando a correta relação entre os termos na frase.
  • Uso inadequado da crase: Utilização incorreta do acento indicativo de crase, comum em frases que não exigem a contração.

Esses vícios podem surgir por diversos motivos, como falta de conhecimento das regras gramaticais, influência de regionalismos, descuido na escrita, entre outros. Evitar esses desvios é essencial para garantir uma comunicação eficaz e profissional, pois o uso correto da língua contribui para a clareza e a qualidade da mensagem transmitida. Portanto, é importante estar atento aos vícios de linguagem e buscar aprimorar o domínio da língua para uma comunicação mais assertiva.

Exemplos de vícios de linguagem

Vamos ver alguns exemplos de vícios de linguagem e qual seria a maneira correta de cada um:

  • Clichê:
    • Errado: “Chover no molhado.”
    • Correto: Evitar o uso frequente de expressões desgastadas.

    Explicação: O clichê ocorre quando usamos frases ou ideias tão comuns que se tornam previsíveis e sem originalidade.

  • Repetição:
    • Errado: “Ele chegou e chegou rápido.”
    • Correto: “Ele chegou rapidamente.”

    Explicação: A repetição ocorre quando a mesma palavra ou ideia é usada várias vezes em um curto espaço de tempo.

  • Ambiguidade:
    • Errado: “Vi o homem com o telescópio.”
    • Correto: “Vi o homem usando o telescópio.”

    Explicação: A ambiguidade ocorre quando uma frase pode ter mais de um significado devido à estrutura ambígua.

  • Coloquialismo:
    • Errado: “Cara, você não acredita!”
    • Correto: “Você não acredita!”

    Explicação: O coloquialismo é o uso de linguagem informal e típica de conversas informais.

  • Redundância:
    • Errado: “Subir para cima.”
    • Correto: “Subir.”

    Explicação: A redundância ocorre quando palavras ou informações são repetidas sem necessidade.

  • Eufemismo:
    • Errado: “Ele nos deixou.”
    • Correto: “Ele faleceu.”

    Explicação: O eufemismo envolve suavizar a expressão de algo desagradável.

  • Barbarismo:
    • Errado: “Vou me comunicar contigo.”
    • Correto: “Vou me comunicar com você.”

    Explicação: O barbarismo ocorre quando palavras são usadas incorretamente, geralmente devido à influência de regionalismos ou gírias.

  • Arcaísmo:
    • Errado: “Ocorreu uma percuciência.”
    • Correto: “Ocorreu uma pesquisa.”

    Explicação: O arcaísmo é o uso de palavras ou expressões antigas que caíram em desuso.

  • Neologismo:
    • Errado: “Ele foi extremamente chatosil.”
    • Correto: Evitar a criação de palavras sem sentido.

    Explicação: O neologismo ocorre quando palavras novas são inventadas, muitas vezes sem necessidade.

  • Voz passiva indevida:
    • Errado: “A casa foi construída por mim.”
    • Correto: “Eu construí a casa.”

    Explicação: A voz passiva indevida ocorre quando a estrutura passiva é usada desnecessariamente.

  • Excesso de adjetivos:
    • Errado: “A noite escura e silenciosa estava cheia de mistérios sombrios.”
    • Correto: “A noite estava silenciosa e cheia de mistérios.”

    Explicação: O excesso de adjetivos ocorre quando usamos muitos adjetivos que não acrescentam informações úteis.

  • Falta de concordância:
    • Errado: “Ela correm.”
    • Correto: “Ela corre.”

    Explicação: A falta de concordância acontece quando os elementos da frase não concordam em número, gênero ou pessoa.

  • Hipérbole:
    • Errado: “Esperei uma eternidade.”
    • Correto: “Esperei muito tempo.”

    Explicação: A hipérbole é o exagero proposital para enfatizar algo, mas em excesso pode soar fora de contexto.

  • Ironia e sarcasmo:
    • Errado: “Que dia lindo! (em um dia chuvoso)”
    • Correto: Usar ironia ou sarcasmo com cuidado para evitar mal-entendidos.

    Explicação: A ironia e o sarcasmo envolvem dizer o oposto do que se pensa, geralmente com um tom humorístico.

  • Pleonasmo:
    • Errado: “Subir para cima.”
    • Correto: “Subir.”

    Explicação: O pleonasmo é o uso de palavras ou expressões redundantes.

  • Prolixidade:
    • Errado: “A princípio, inicialmente, de início…”
    • Correto: “A princípio…”

    Explicação: A prolixidade ocorre quando usamos muitas palavras para expressar algo que poderia ser dito de forma mais sucinta.

Porque os exercícios de vícios de linguagem são importantes?

Os exercícios de vícios de linguagem são importantes por várias razões. Primeiro, eles melhoram a nossa comunicação. Ao eliminar vícios, conseguimos expressar nossas ideias de forma mais clara e precisa. Isso é fundamental tanto na escrita quanto na fala.

Além disso, a correção de vícios de linguagem contribui para o aprimoramento das habilidades de escrita. Escrever sem vícios, como a redundância, coloquialismos desnecessários ou voz passiva indevida, torna nossos textos mais atrativos e profissionais. Isso é especialmente importante em contextos acadêmicos e profissionais, onde a clareza e a precisão são valorizadas.

Resolver vícios de linguagem é um desafio importante para aprimorar a qualidade da comunicação escrita e oral. Isso envolve identificar e corrigir hábitos linguísticos indesejados, como clichês, repetições, coloquialismos e outros padrões que podem prejudicar a clareza da comunicação.

O primeiro passo é reconhecer esses vícios de linguagem em sua própria fala e escrita. Para fazer isso, é útil revisar regularmente seu trabalho e ouvir atentamente como você se expressa em conversas.

Além disso, consultar referências, como dicionários, gramáticas e guias de estilo, pode ajudar a entender as regras e o uso adequado das palavras e expressões. Isso pode evitar o uso de termos inadequados ou ambíguos.

Texto escrito por: PRASABER
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