Ensino semipresencial e presencial. Qual a diferença?

Ensino Presencial Ou Semipresencial

Por PRASABER

Ensino semipresencial e presencial. Qual a diferença?

Foi-se o tempo em que para fazer faculdade era preciso primeiro saber se existia a oferta de determinado curso por perto. Hoje, com a tecnologia, já é possível fazer graduações presencialmente e a distância com a mesma qualidade.

Essa transformação tem feito a diferença na vida de muita gente. A cada ano, novas turmas são abertas e centenas de profissionais vão para o mercado de trabalho colocar em prática o que aprenderam ao longo de toda a sua formação.

Sendo assim, nada melhor do que saber mais sobre os cursos presenciais e semipresenciais.

O que é o ensino presencial?

É o modelo mais tradicional, que tem na frequência do estudante um dos elementos mais importantes para a sua aprovação.

Assim, para o aluno, é importante atingir um mínimo exigido na carga horária para concluir o curso. Geralmente isso corresponde a 70%. As atividades ocorrem dentro de um local com horário marcado e, consequentemente, o aluno que estuda no modelo presencial tem no convívio diário com os colegas um diferencial no seu aprendizado.

É o modelo mais comum. O estudante entra em uma turma e com ela tem acesso a todas as atividades necessárias para a sua formação. Ele comparece às aulas conforme a instituição define e assina a lista ou responde à chamada para confirmar a sua presença.

O que é o ensino semipresencial?

O que normalmente é chamado de ensino semipresencial é na realidade um modelo híbrido em que coexistem atividades presenciais e a distância. Assim, ele pode ser semipresencial quando for composto por ao menos 20% de atividades a distância dentro de seu programa.

Nesse tipo de curso, mesmo as provas podem ser feitas presencialmente ou a distância. É possível que as aulas sejam realizadas em um polo específico ou dentro de um ambiente virtual de aprendizagem.

Existem diferentes tipos de cursos semipresenciais, que podem ter maior ou menor quantidade de matérias feitas a distância. Ainda assim, o que os caracteriza é a porcentagem delas no conjunto de atividades que o programa apresenta. Hoje já existem cursos semipresenciais em que boa parte do aprendizado é feito online, enquanto outros apresentam uma menor quantidade de matérias nesse modelo.

Quais são as características do ensino semipresencial?

Fazer um curso semipresencial costuma ser uma solução interessante para muitas pessoas. Principalmente para quem não tem como comparecer diariamente a uma instituição de ensino, mas que pretende estudar e consegue encontrar tempo para ir eventualmente a um dos polos.

Principais vantagens

Poder estudar quando é mais conveniente talvez seja a principal vantagem desse modelo. Anos atrás, quando o único modelo era o presencial, pessoas que trabalhavam durante o período comercial tinham muito menos oportunidades do que as demais. Ainda que existissem cursos no período noturno, problemas como o trânsito e até a falta de tempo extra para a dedicação aos estudos, tornavam inviável esse tipo de solução. Por isso, a flexibilidade oferecida pelo semipresencial é tão valorizada.

Além disso, não se pode descartar a importância da tecnologia nos processos educacionais modernos. Hoje já existem recursos que diminuem substancialmente a dependência de um contato direto com professores e alunos. As plataformas de ensino, cada vez mais avançadas, permitem interação e até acesso a soluções inovadoras, capazes de direcionar o estudante de maneira bastante eficiente.

Isso tudo faz com que o contato interpessoal, ainda que seja importante, possa ser trabalhado de maneira mais eficaz. Nos cursos semipresenciais, diferentemente do que acontece nos cursos 100% a distância, existem as atividades online, mas também existem as atividades presenciais que acontecem nos polos.

É nesse ponto que esse tipo de solução se mostra especialmente interessante: ela não elimina o contato com outras pessoas, responsável pelo networking e pela evolução em conjunto, mas sim, explora ao máximo os recursos tecnológicos para que essa interação aconteça de maneira pontual.

Em termos de planejamento, o modelo semipresencial também é diferenciado. As atividades são detalhadas com uma antecedência maior, de maneira que o aluno tenha como se preparar em função das principais exigências do curso de acordo com a sua rotina. Assim, cabe a ele se organizar de acordo com provas, trabalhos, entre outros.

O que é o EAD?

EAD é a sigla para Educação a Distância. Ela acontece dentro de um ambiente virtual de aprendizagem onde as aulas gravadas ficam disponibilizadas para os alunos, que podem acessá-las quando for de seu interesse.

Eventualmente, acontecem aulas ao vivo, desde que estejam marcadas. Assim, cabe ao aluno tomar ciência das datas do curso para estar online no momento das atividades.

Em resumo, os cursos no modelo EAD são aqueles que servem para estudantes que não têm como fazer um curso presencial, muito menos comparecer eventualmente a algum polo de educação a distância onde são realizadas as atividades do curso semipresencial.

Presencial, semipresencial e EAD: as diferenças mais importantes

O primeiro aspecto a ser analisado está na estrutura das aulas. No EAD elas são gravadas e ficam à disposição dos alunos. No presencial, as aulas têm local e horário marcado, enquanto no semipresencial existem as duas opções.

Quanto às avaliações, no presencial, tanto as provas quanto os trabalhos são sempre na instituição e seguem o horário previamente determinado. Já no EAD, existe a possibilidade de os trabalhos serem colocados no ambiente virtual de aprendizagem. No semipresencial, as provas devem ser feitas em algum polo da faculdade.

Evidentemente, a questão da interação também diferencia os cursos. Enquanto no modelo presencial, o contato tanto com os alunos quanto com os professores é diário, no semipresencial os encontros podem acontecer com uma frequência menor e no EAD a interação praticamente não existe, a não ser virtualmente.

Por fim, a questão financeira: cursos presenciais tendem a ser mais caros, uma vez que eles incluem no preço das mensalidades todo o gasto com estrutura que é necessário para a manutenção das atividades, sejam eles com limpeza, com segurança ou qualquer outro. Além disso, no modelo EAD, o aluno não precisa se preocupar com custos com transporte e alimentação, que podem ser elevados caso seja necessário um longo deslocamento até o seu destino.

Qual é a melhor modalidade

Como visto, existem diferenças entre os 3 modelos e, na prática, todos eles podem ser úteis na sua educação. Não existe um modelo melhor do que o outro, mas sim, características diferentes que podem ser aproveitadas pelo aluno de acordo com as suas necessidades. É por isso que existem faculdades que oferecem o mesmo curso em modelos diferentes, pois assim elas oferecem aos alunos um leque maior de possibilidades, embora a qualidade do que apresentam seja praticamente a mesma.

O segredo é encontrar o curso que mais lhe agrada e entender o presencial, o semipresencial e o EAD como oportunidades para que você faça uma melhor escolha. No fim, o ideal é que você comece e termine um projeto de formação profissional para ter chances de conseguir um melhor espaço no mercado de trabalho. Para tanto, considerar fatores como a forma como será o seu aprendizado é algo que será muito importante.

Como saber se um curso é bom

O MEC, por meio do INEP, é quem se responsabiliza pela educação superior no país. Sendo assim, é preciso que a instituição tenha o reconhecimento do Ministério da Educação para emitir diplomas para seus alunos. Oficialmente, não há diferença entre o diploma obtido no modelo EAD ou semipresencial do presencial, ou seja, se a instituição é reconhecida pelo MEC, ela pode emitir o diploma para a carreira do aluno, sem citar qual foi a modalidade que ele optou para conseguir aquele diploma.

É importante também conferir os resultados obtidos pelos cursos e instituições nas avaliações feitas pelo MEC. O Índice Geral de Cursos, por exemplo, é tido como o mais importante indicador de qualidade de cursos superiores do país, atribuindo notas de 1 a 5 para os participantes.

O financiamento estudantil

Um ponto importante em relação a modalidades de ensino não presenciais diz respeito ao financiamento estudantil. Programas como o FIES não contemplam estudantes de cursos de pós-graduação e formações não presenciais. Entretanto, para isso existe o PRAVALER, o maior programa de financiamento privado do país que permite a participação de alunos de cursos presenciais, semipresenciais e a distância, além de estudantes de pós-graduação. Conheça melhor o programa, faça a sua simulação e comece a financiar seus estudos de maneira bastante prática e rápida.

Essa é a melhor maneira de ingressar em um curso semipresencial de faculdade particular sem preocupação. Com o PRAVALER, você não precisa ter feito o Enem e o que é melhor, as parcelas não se acumulam. Isso significa que você só começa a pagar uma quando tiver efetivamente quitado a anterior.

Entendeu como diferenciar o curso presencial do semipresencial e do EAD? Para saber mais sobre ensino superior confira 15 carreiras que você precisa conhecer.

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Categoria: Cursos
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